A grande oferta de crédito nos EUA favoreceu financeiramente a classe média norteamericana. Essa oferta, porém, ampliou consideravelmente o número de indivíduos indo aos bancos e fez o mercado imobiliário crescer de forma assustadora. Esse falso sinal de prosperidade fez os cidadãos contraírem dívidas exorbitantes que não puderam ser pagas devido à repentina rigidez na economia bancária. Os bancos dessa forma, quebraram, pois os seus clientes não podiam pagar os imóveis que haviam adquirido, pois não possuíam condições financeiras suficientes. Essa crise imobiliária, dessa forma, abalou a economia norteamericana e, como os EUA são a grande potência mundial e o mundo globalizado é altamente interligado, muitos países sofreram.
Os desdobramentos da crise de 2008 tiveram consequências no Brasil: a economia sofreu uma desaceleração e alguns funcionários do país foram demitidos. Percebe-se, entretanto, que os efeitos dessa crise no território brasileiro não foram tão impactantes como no caso da Europa.
No território europeu, a crise "afundou de vez" a economia da Grécia, que já se encontrava extremamente comprometida. Na França a situação, embora um pouco melhor do que a Grécia, também não foi diferente. Há até chances de a própria Grécia sair da zona do euro. Além disso, os governos desse continente, para tentar conter os avanços da crise, adotam medidas de austeridade que revoltam a população, visto que ocorre redução de impostos, demissão de funcionários públicos e outros.
No caso da China, percebe-se que o país foi o que menos sofreu danos com os efeitos da crise, mesmo que sua economia tenha sofrido um retrocesso. Esse fato não é, porém, totalmente positivo, pois mesmo que essa redução no crescimento não tenha diminuído totalmente o nível de progresso chinês, uma simples diminuição significa menos exportações, por exemplo. Caso a China sofresse exageradamente com a crise, o mundo sofreria ainda mais, pois a China é uma potência mundial super atuante e parceira comercial de várias nações.
Nota-se, dessa forma, que o modelo neoliberal é inseguro, não sendo capaz de proporcionar estabilidade econômica a um país. Adotar esse regime econômico é perigoso, pois ele torna todos os seus adeptos interligados e consequentemente, frágeis, pois, se um deles sofrer danos econômicos graves ou mesmo falir, todos os outros também serão comprometidos. A crise financeira de 2008 é um exemplo, podendo, até mesmo ser comparada à Crise de 1929, que também abalou as estruturas econômicas europeias, embora o contexto histórico, social, tecnológico e político fosse diferente.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Rio+20 e outras conferências mundiais.... deram certo?
Diante de um quadro ambiental tão preocupante em escala mundial, seria importante que as potências mundiais em conjunto com os outros países se reunissem para amenizar ou tentar solucionar os atuais problemas através das conferências ambientais. O real impacto dessas reuniões, entretanto, é questionável, visto que elas não são uma novidade, já que foram iniciadas na segunda metade do século passado, e que ainda não apresentaram o resultado esperado.
No semestre passado, no Brasil, a Rio+20 não aconteceu conforme o que todos pensavam. Não se estabeleceu um fundo de garantia aos países pobres por parte das nações ricas para que eles possam aderir à economia verde. Além disso, não foram estabelecidas metas específicas para a redução da emissão de gases estufa. Será mesmo, que as nações participantes da conferência realmente estavam com intenções verdadeiras quanto à situação do planeta?
Percebe-se que o fracasso parcial da Rio+20 não é inédito. Certas conferências mais antigas, como a que ocorreu em Estocolmo e a Eco-92, também não proporcionaram resultados satisfatórios. O motivo é simples: as nações desenvolvidas não querem abdicar de seus progressos socioeconômicos baseados na utilização de combustíveis fósseis, visto que a matriz energética mundial é monopolizada pela energia de origem fóssil, e que as potências emergentes não querem estagnar o seu crescimento.
O preço que se paga por essa valorização da economia (não verde) em detrimento do meio ambiente é alto e sofrido por todos, sejam eles culpados por essas ações antrópicas devastadoras ou não. A nação que mais sofre é a África, principalmente a Subsaariana, já que a população pobre não possui governos com condições econômicas favoráveis para adotar medidas de combate ao aquecimento global e suas consequências. Os países pobres dessa parte da África não possuem recursos suficientes para adotar políticas públicas que desenvolvam formas renováveis de energia, por exemplo.
Além disso, houve, também, a não ratificação dos EUA em relação ao Protocolo de Kyoto, que deveria ser analisado criteriosamente esse ano, mas foi adiado. Além disso, mesmo com a ocorrência da Rio+20, o Brasil presenciou a aprovação do novo Código Florestal que favoreceu a bancada ruralista em diversos pontos, ainda que tenham sido retificadas algumas partes.
Percebe-se, dessa forma, que, para mudar essa situação, é necessário que os países realmente queiram mudar o atual quadro ambiental, para assim, viabilizar a prática do desenvolvimento sustentável, garantindo assim, a conservação dos recursos naturais, a melhoria da natureza e a garantia de condições adequadas de vida às gerações futuras.
No semestre passado, no Brasil, a Rio+20 não aconteceu conforme o que todos pensavam. Não se estabeleceu um fundo de garantia aos países pobres por parte das nações ricas para que eles possam aderir à economia verde. Além disso, não foram estabelecidas metas específicas para a redução da emissão de gases estufa. Será mesmo, que as nações participantes da conferência realmente estavam com intenções verdadeiras quanto à situação do planeta?
Percebe-se que o fracasso parcial da Rio+20 não é inédito. Certas conferências mais antigas, como a que ocorreu em Estocolmo e a Eco-92, também não proporcionaram resultados satisfatórios. O motivo é simples: as nações desenvolvidas não querem abdicar de seus progressos socioeconômicos baseados na utilização de combustíveis fósseis, visto que a matriz energética mundial é monopolizada pela energia de origem fóssil, e que as potências emergentes não querem estagnar o seu crescimento.
O preço que se paga por essa valorização da economia (não verde) em detrimento do meio ambiente é alto e sofrido por todos, sejam eles culpados por essas ações antrópicas devastadoras ou não. A nação que mais sofre é a África, principalmente a Subsaariana, já que a população pobre não possui governos com condições econômicas favoráveis para adotar medidas de combate ao aquecimento global e suas consequências. Os países pobres dessa parte da África não possuem recursos suficientes para adotar políticas públicas que desenvolvam formas renováveis de energia, por exemplo.
Além disso, houve, também, a não ratificação dos EUA em relação ao Protocolo de Kyoto, que deveria ser analisado criteriosamente esse ano, mas foi adiado. Além disso, mesmo com a ocorrência da Rio+20, o Brasil presenciou a aprovação do novo Código Florestal que favoreceu a bancada ruralista em diversos pontos, ainda que tenham sido retificadas algumas partes.
Percebe-se, dessa forma, que, para mudar essa situação, é necessário que os países realmente queiram mudar o atual quadro ambiental, para assim, viabilizar a prática do desenvolvimento sustentável, garantindo assim, a conservação dos recursos naturais, a melhoria da natureza e a garantia de condições adequadas de vida às gerações futuras.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Reflexões sobre a... falsidade.
A falsidade é relativa. Um indivíduo pode ser considerado falso por uma pessoa e não ser por outra. O que acontece é que, durante a nossa vida, sempre encontraremos pessoas de personalidades e intenções questionáveis e, na maioria das vezes, é difícil perceber a falsidade antes que soframos alguma decepção em decorrência dela.
A falsidade sempre é motivada por algo. Uma de suas causas, a principal delas, na minha opinião, é a inveja. O ser humano parece ter um complexo de inferioridade bem ativo, pois, para ele "a grama do vizinho é (sempre será) mais verde." Dessa forma, os invejosos, na maioria das vezes, descontam suas frustrações em pessoas que não fazem parte de seus problemas, gerando, assim, relações interpessoais caracterizadas pela falsa noção de harmonia.
Outro fator que fortalece a falsidade é a "utilização" de pessoas para o favorecimento de outras. Aproximar-se de outra pessoa com intenções pré-estabelecidas é algo prejudicial e que, cedo ou tarde, irá comprometer algum dos envolvidos, já que uma delas não se expressa verdadeiramente para a outra.
Enfim, a falsidade é algo ruim, mas que faz parte do nosso cotidiano e que nem sempre pode ser detectada.
A falsidade sempre é motivada por algo. Uma de suas causas, a principal delas, na minha opinião, é a inveja. O ser humano parece ter um complexo de inferioridade bem ativo, pois, para ele "a grama do vizinho é (sempre será) mais verde." Dessa forma, os invejosos, na maioria das vezes, descontam suas frustrações em pessoas que não fazem parte de seus problemas, gerando, assim, relações interpessoais caracterizadas pela falsa noção de harmonia.
Outro fator que fortalece a falsidade é a "utilização" de pessoas para o favorecimento de outras. Aproximar-se de outra pessoa com intenções pré-estabelecidas é algo prejudicial e que, cedo ou tarde, irá comprometer algum dos envolvidos, já que uma delas não se expressa verdadeiramente para a outra.
Enfim, a falsidade é algo ruim, mas que faz parte do nosso cotidiano e que nem sempre pode ser detectada.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Liberdade de imprensa e imparcialidade
Com o fim do Regime Militar, a repressão à liberdade de imprensa foi abolida e, consequentemente, os profissionais do meio informativo puderam retornar aos seus trabalhos conforme os princípios da comunicação social, como a imparcialidade. Percebe-se, entretanto, que a realidade da área informacional brasileira é marcada pelo mau uso da imprensa, comprometendo, assim, a essência do processo comunicativo.
Nota-se, por exemplo, que a manipulação de informações é um fator que influencia o problema. Diversas empresas da área jornalística divulgam fotos e textos caracterizados pela parcialidade, visto que eles são selecionados com a finalidade de favorecer um determinado grupo, como partidos políticos. Recentemente, segundo a Polícia Federal, uma famosa revista brasileira envolveu-se no caso Carlinhos Cachoeira ao publicar reportagens de acordo com os interesses do empresário preso sob acusações de crime organizado e corrupção.
Ressalta-se, ainda, que, em busca de audiência e de auxílios financeiros, as empresas ligadas à comunicação terminam por comprometer a imparcialidade de seus trabalhos ao exibirem matérias de relevância questionável para a sociedade. Contrariando valores éticos e morais, muitas organizações sensacionalizam assuntos como a violência e, consequentemente, omitem acontecimentos importantes para o país. Durante a greve das universidades federais brasileiras, por exemplo, algumas emissoras de televisão exibiram a paralisação de forma tangencial, pondo em dúvida se há, realmente, o cumprimento da função social da imprensa no que concerne ao desenvolvimento da criticidade e à atualização do cidadão sobre o país.
Para solucionar o problema, é necessário que os atuais métodos da imprensa de realizar o processo comunicativo sejam revistos. É preciso que as empresas submetam seus profissionais a cursos mensais que ampliem a capacidade dessas pessoas de minimizar os efeitos da parcialidade em seus trabalhos. Além disso, é importante, também que o Estado forneça subsídios para que mais organizações tenham chances de entrar no ramo informativo, seja através de canais de televisão ou de revistas, para que o cidadão tenha mais opções para desenvolver seu senso crítico, selecionar informações importantes e minimizar os efeitos da parcialidade da imprensa.
Nota-se, por exemplo, que a manipulação de informações é um fator que influencia o problema. Diversas empresas da área jornalística divulgam fotos e textos caracterizados pela parcialidade, visto que eles são selecionados com a finalidade de favorecer um determinado grupo, como partidos políticos. Recentemente, segundo a Polícia Federal, uma famosa revista brasileira envolveu-se no caso Carlinhos Cachoeira ao publicar reportagens de acordo com os interesses do empresário preso sob acusações de crime organizado e corrupção.
Ressalta-se, ainda, que, em busca de audiência e de auxílios financeiros, as empresas ligadas à comunicação terminam por comprometer a imparcialidade de seus trabalhos ao exibirem matérias de relevância questionável para a sociedade. Contrariando valores éticos e morais, muitas organizações sensacionalizam assuntos como a violência e, consequentemente, omitem acontecimentos importantes para o país. Durante a greve das universidades federais brasileiras, por exemplo, algumas emissoras de televisão exibiram a paralisação de forma tangencial, pondo em dúvida se há, realmente, o cumprimento da função social da imprensa no que concerne ao desenvolvimento da criticidade e à atualização do cidadão sobre o país.
Para solucionar o problema, é necessário que os atuais métodos da imprensa de realizar o processo comunicativo sejam revistos. É preciso que as empresas submetam seus profissionais a cursos mensais que ampliem a capacidade dessas pessoas de minimizar os efeitos da parcialidade em seus trabalhos. Além disso, é importante, também que o Estado forneça subsídios para que mais organizações tenham chances de entrar no ramo informativo, seja através de canais de televisão ou de revistas, para que o cidadão tenha mais opções para desenvolver seu senso crítico, selecionar informações importantes e minimizar os efeitos da parcialidade da imprensa.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
2011 acabou...
Gosto de comentar o que eu achei do ano que eu vivi no final dele. E vou fazer isso nesse post.
No âmbito estudantil, tinha muitas expectativas pra esse ano. Não consegui muitos frutos, embora tenha estudado ao máximo e até desestabilizado minha saúde por causa disso. Não me arrependo e até acho que melhorei de maneira razoável o meu nível. Se foi suficiente ou não, ainda não posso dizer, mas, não importa o que aconteça, sei que o próximo ano será um período de muitos estudos também.
Agora, falando de vida mesmo, esse ano pra mim foi horrível. Aconteceram muitas coisas ruins, inesperadas e que acabaram com o meu coração. Espero que esse próximo ano traga paz, saúde, felicidade, alegria e.. DEUS para o coração desse povo tão agoniado. Dinheiro é uma consequência de um trabalho bem feito, então, não adianta pedir e sim garantir. (Até parece né, nem trabalho pra poder falar isso!)
Desejo que 2012 seja um ano de transformações (positivas) na minha vida. :)
No âmbito estudantil, tinha muitas expectativas pra esse ano. Não consegui muitos frutos, embora tenha estudado ao máximo e até desestabilizado minha saúde por causa disso. Não me arrependo e até acho que melhorei de maneira razoável o meu nível. Se foi suficiente ou não, ainda não posso dizer, mas, não importa o que aconteça, sei que o próximo ano será um período de muitos estudos também.
Agora, falando de vida mesmo, esse ano pra mim foi horrível. Aconteceram muitas coisas ruins, inesperadas e que acabaram com o meu coração. Espero que esse próximo ano traga paz, saúde, felicidade, alegria e.. DEUS para o coração desse povo tão agoniado. Dinheiro é uma consequência de um trabalho bem feito, então, não adianta pedir e sim garantir. (Até parece né, nem trabalho pra poder falar isso!)
Desejo que 2012 seja um ano de transformações (positivas) na minha vida. :)
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Menstruar ou não menstruar? Eis a questão!
ANTES DE TUDO: tudo o que irei escrever aqui é um julgamento meu, cabe a você aceitá-lo ou não. Respeito sempre, por favor!
Com os avanços da medicina, a vida das pessoas melhorou. O aumento da expectativa de vida dos brasileiros é um exemplo disso, embora o sistema público de saúde do país não seja tão eficaz. De qualquer maneira, esses tais avanços proporcionaram algumas melhorias na qualidade de vida da maioria da população. Menstruar, por exemplo, tornou-se uma opção para o público feminino. Será, entretanto, que essa opção é realmente segura?
Lembro-me que um dos meus professores de biologia, durante o ano, disse que menstruar não era algo comum no início da humanidade: como as mulheres ficavam grávidas constantemente, era raro que menstruassem. Com o decorrer do tempo, entretanto, os hábitos da espécie Homo sapiens foram mudando. As mulheres passaram a ganhar mais ocupações que, aos poucos (aos poucos mesmo!), foram "roubando" parte do tempo destinado às gestações. Dessa forma, portanto, menstruar foi, paulatinamente, tornando-se um acontecimento corriqueiro para as mulheres.
A menstruação é considerada, muitas vezes, um incômodo: causa cólicas, dores nos seios, dores nas pernas, dor de cabeça, pode sujar roupas, dificultar relações sexuais... são muitos os fatores que fazem as mulheres se sentirem incomodadas com a menstruação. Essas complicações, dessa forma, acabam m
Embora seja uma opção compatível com o cotidiano instável da mulher do século XXI, a opção de não menstruar pode ser perigosa. A não ocorrência de descamação do endométrio pode ocultar sérios problemas relacionados ao útero. Além disso, para a ocorrência desse fenômeno é necessário alterar as quantidades de hormônios sexuais do corpo. Altos níveis de hormônios sexuais femininos, a longo prazo, podem possibilitar a ocorrência de um câncer de mama no futuro.
O fato é que, seguro ou não, menstruar hoje é uma opção. Antes de tudo porém, é indispensável consultar um ginecologista.
domingo, 2 de outubro de 2011
Ciúmes, posse, amor.
Por que os relacionamento
s amorosos de hoje estão cada vez mais agressivos? Será que um relacionamento sério precisa implicar controle sobre a pessoa amada? Será que isso não seria o contrário de amar?
Embora sentir ciúmes do companheiro seja algo quase natural nas relações amorosas, independentemente da opção sexual dos indivíduos, os relacionamentos atuais não parecem tão "saudáveis": muitos confundem ciúmes com posse, ocasionando, assim, um relacionamento conturbado e sem conforto ou felicidade para quem faz parte dele.
Controlar a vida do parceiro não é algo bom, sufoca. Além disso, não traz felicidade para nenhum dos envolvidos em um relacionamento sério. É triste, mas, infelizmente, esse fato vem acontecendo com muita frequência nas últimas décadas.
- O que fazer se você faz parte de um relacionamento assim?
Pense bem: você está confortável em um relacionamento que não é sadio? A melhor solução para essa situação é sair dessa relação que não traz conforto pra ninguém. Uma coisa é certa: a pessoa que você ama não é aquela que te completa. Ninguém completa ninguém, afinal, todo mundo já é completo e nasceu completo. A pessoa amada te complementa! E esse complemento deve fazer você feliz.
- Como é ter ciúmes de forma saudável?
Na minha opinião, existe sim ciúmes sadio. É aquele em que o bom senso predomina. Já pensou se seu namorado nunca sentisse ciúmes de você? Você iria achar isso um pouco esquisito. MAS esse ciúmes não é aquele que a pessoa quer controlar sua roupa, seus amigos e a sua vida! O ciúmes saudável é aquele em que o companheiro não sente a necessidade de controlar a pessoa amada.
- Por que esses ciúmes exagerados aumentaram tanto?
Ainda não cheguei a uma conclusão concreta, mas acredito que os valores disseminados pela a sociedade atual contribuem para o problema. Ainda há também o fato de que a juventude de hoje anda psicologicamente abalada, agravando a situação.
- Saudável ou não, o que é preciso fazer?
É tudo uma questão de amor, confiança e respeito. Essa é a receita pra controlar seus ciúmes e deixar seu relacionamento feliz e confortável.
Embora sentir ciúmes do companheiro seja algo quase natural nas relações amorosas, independentemente da opção sexual dos indivíduos, os relacionamentos atuais não parecem tão "saudáveis": muitos confundem ciúmes com posse, ocasionando, assim, um relacionamento conturbado e sem conforto ou felicidade para quem faz parte dele.
Controlar a vida do parceiro não é algo bom, sufoca. Além disso, não traz felicidade para nenhum dos envolvidos em um relacionamento sério. É triste, mas, infelizmente, esse fato vem acontecendo com muita frequência nas últimas décadas.
- O que fazer se você faz parte de um relacionamento assim?
Pense bem: você está confortável em um relacionamento que não é sadio? A melhor solução para essa situação é sair dessa relação que não traz conforto pra ninguém. Uma coisa é certa: a pessoa que você ama não é aquela que te completa. Ninguém completa ninguém, afinal, todo mundo já é completo e nasceu completo. A pessoa amada te complementa! E esse complemento deve fazer você feliz.
- Como é ter ciúmes de forma saudável?
Na minha opinião, existe sim ciúmes sadio. É aquele em que o bom senso predomina. Já pensou se seu namorado nunca sentisse ciúmes de você? Você iria achar isso um pouco esquisito. MAS esse ciúmes não é aquele que a pessoa quer controlar sua roupa, seus amigos e a sua vida! O ciúmes saudável é aquele em que o companheiro não sente a necessidade de controlar a pessoa amada.

- Por que esses ciúmes exagerados aumentaram tanto?
Ainda não cheguei a uma conclusão concreta, mas acredito que os valores disseminados pela a sociedade atual contribuem para o problema. Ainda há também o fato de que a juventude de hoje anda psicologicamente abalada, agravando a situação.
- Saudável ou não, o que é preciso fazer?
É tudo uma questão de amor, confiança e respeito. Essa é a receita pra controlar seus ciúmes e deixar seu relacionamento feliz e confortável.
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