Eu acredito que ter/ser um fã é igual a ter/ser um amigo fiel (à banda que você gosta). Ora, quando você é realmente fã da banda, você vai até para o aeroporto recebê-los, deixá-los, blá blá blá. Só sossega depois que falar e/ou tira foto com os integrantes, depois que você explicita toda a sua admiração.
Você chega no show bem cedo, pra ficar bem lá na frente. Aguenta empurrão, aguenta gente derramando bebida, aguenta gente estérica, aguenta gente pisando no seu pé... e, principalmente, aguenta suas pernas, porque, aguentar 5h em pé não é pra qualquer um não. Ah, e aguenta a dor nas pernas e nos pés pós-show, sem contar o sono no outro dia.
Você chega em casa cansado, suado, toma banho quase dormindo... mas no final, você dá um sorriso, você assistiu a sua banda mais uma vez! :)
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
domingo, 14 de dezembro de 2014
A banda!
Não reparem no desconhecido e sua pose estranha com a língua ali atrás (ok, vc já olhou). Enfim, venho aqui dizer como é incrível falar pessoalmente com o seu ídolo!
Sou muito fã de Biquíni Cavadão e de Engenheiros do Hawaii. Acontece que ontem o Biquíni veio fazer show aqui em Fortaleza e eu aproveitei para ir recebê-los no Aeroporto! E fui! Falei com todos os integrantes e... todos são MUITO gente boa, simpáticos, legais e divertidos! Superaram minhas expectativas (que já eram muito boas).
O Bruno é bem mais alto do que eu imaginava e do que eu conseguia enxergar nos shows, mesmo ficando no front stage. Sério, ele é uma pessoa muito simples, legal... nota 10! O Coelho também foi muito legal comigo! E o Miguel então... nem se fala, um fofo! O Birita tbm foi super legal. Pense numa banda maravilhosa!
O show, que também aconteceu ontem, foi incrível (igualmente aos outros shows que já fui). O Biquíni passa uma energia, uma magia que é impossível ficar parado!
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Máscara do homem-aranha.
O ser humano é um bicho muito besta. No pior dos sentidos, pois o homem é mesquinho, egoísta e rude. A gente se prende a tanta coisa inútil que chega a dar raiva. Sabe aquele aquele celular de última geração que a gente quer? Ou, no caso das mulheres, o tanto que se gasta ajeitando os cabelos?
Nessa época de natal, todo mundo quer comprar presente (e ganhar também, claro). Eu, por exemplo, adoro ganhar presente! Mas, enfim... certas coisas ocorrem em nossas vidas para que nós possamos repensar nossos atos.
A questão é que, aqui em casa, minha família adotou a cartinha de uma criança. O pedido dessa criança foi uma "máscara do homem-aranha". Não tem como não chorar. Uma coisa tão simples, mas que é capaz de alegrar (nem que seja por um curto período de tempo) a vida de uma criança. Uma criança que não quer iPad, ps4, xbox, essas coisas caras (e coisas que nem são tão infantis assim). Uma coisa que pode não ter um preço alto, mas que tem um grande valor para o coração. Isso é o que falta hoje em dia. Natal virou sinônimo de compras, presentes.
Para mim, o natal existe para que possamos manter ou acender novamente nossa chama de amor. Vivemos em um mundo tão cruel, tão violento, mal educado, desconfiado que, muitas vezes, não nos deixamos confiar nas pessoas. Claro que o Natal é vinculado ao cristianismo, mas não é necessário religião para que se possa construir um mundo melhor.
Já pensou na alegria dessa criança recebendo a sua máscara do homem-aranha? Felizmente, ainda existem coisas nesse mundo que não têm preço, e são essas coisas simples que fazem a vida ser linda.
Um feliz natal antecipado a todos!
Para mim, o natal existe para que possamos manter ou acender novamente nossa chama de amor. Vivemos em um mundo tão cruel, tão violento, mal educado, desconfiado que, muitas vezes, não nos deixamos confiar nas pessoas. Claro que o Natal é vinculado ao cristianismo, mas não é necessário religião para que se possa construir um mundo melhor.
Já pensou na alegria dessa criança recebendo a sua máscara do homem-aranha? Felizmente, ainda existem coisas nesse mundo que não têm preço, e são essas coisas simples que fazem a vida ser linda.
Um feliz natal antecipado a todos!
terça-feira, 1 de julho de 2014
Considerações (minhas) bizarras (ou não) sobre algumas coisas do jornalismo
O jornalismo sempre me intrigou. Sério. Sempre achei uma área profissional muito interessante e até já cogitei cursar jornalismo, mas, embora achasse (e ainda ache) o jornalismo uma área muito linda, vi que não levava jeito pra coisa. Mas, enfim...
Há alguns questionamentos que surgem na minha cabeça de vez em quando, em situações peculiares... Por exemplo, digamos que um artista famoso adoece e é internado em algum hospital de nome. Ok, se ele vive pra contar a história, dá algumas entrevistas depois e tal. Se ele morre, porém, todos os canais de TV exibem no mesmo dia (no MESMO dia!) uma reportagem inteira falando da trajetória desse artista. E aí eu fico me perguntando: assim que a pessoa famosa vai pro hospital eles já preparam uma matéria como se ela tivesse morrido? Provavelmente sim, eu penso, pois não haveria tempo suficiente de preparar reportagens tão bem feitas em pouco tempo. Ok, uma tática do jornalismo, mas aí eu fico pensando... como deve ser pra pessoa que faz essa reportagem? No mínimo estranho e bizarro. Meio que, talvez, matando a pessoa antes do tempo mesmo que não a real intenção não seja essa.
Outra coisa que me vem a cabeça são os cinegrafistas de programas policiais. Imaginem a adrenalina que corre nas veias desses indivíduos! Se quando nós assistimos a esses programas pela televisão nós ficamos tensos, imagina quem está lá.
Também sempre teve meu respeito os jornalistas investigativos. Eles precisam ser muito habilidosos, cuidadosos e corajosos. Lembro que um professor muito querido meu de redação falou que possui um irmão jornalista investigativo. O professor disse que esse seu irmão, uma vez, saiu pelo país fazendo uma reportagem sobre cargas roubadas de caminhões. A reportagem estava fluindo muito bem e ele estava começando a descobrir informações preciosas. Em um certo dia, um caminhoneiro ofereceu carona a esse rapaz irmão do professor e ele aceitou. Ao entrar, conversa vai e conversa vem e, depois de um tempo, o caminhoneiro entra em um terreno baldio, para o caminhão, manda o rapaz descer e desce também. Em seguida, fica frente a frente com ele, mostra uma arma de fogo e diz "acho melhor você parar sua reportagem, você tá se metendo em coisa que não deve e isso pode custar sua vida". Eu jamais teria nervos para isso.
Jornalismo é uma carreira que exige coragem e esforço; os bons jornalistas me impressionam (no sentido positivo).
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Sobre universidades particulares e preconceito
Atualmente, estudo na Universidade Federal do Ceará. Sim, uma universidade pública. Você deve, então, estar se perguntando o porquê de eu estar fazendo uma postagem sobre universidades particulares e o preconceito relacionado a elas. A resposta é bem simples: eu já fui aluna de uma.
O mundo mudou muito, mas determinados pensamentos das pessoas não. Um deles, embora tenha diminuído ultimamente, persiste: o de que as universidades particulares não prestam. Ok, não vou mentir que existem muitas universidades/faculdades particulares medíocres por aí que realmente só se importam com o dinheiro do aluno e nas quais o vestibular é apenas uma mera formalidade, no qual todos são aprovados. Esse tipo de instituição realmente existe, não vou ser hipócrita.
Porém, também existem boas universidades particulares, de ensino igual ou até melhor que muitas públicas. Eu estudava na Universidade de Fortaleza, que, na minha opinião, é a melhor universidade particular aqui do Ceará. Pra você ter uma ideia, eu fui aprovada no 4º vestibular que eu fiz dessa universidade e não me envergonho disso. Alguns dos meus professores da UNIFOR também serão professores meus na UFC nos semestres seguintes. Caso eu não tivesse sido aprovada na UFC, eu continuaria da UNIFOR. As duas são EXCELENTES universidades, excelentes!
Estudando na UNIFOR eu aprendi que universidades particulares boas formam SIM bons profissionais e que ter preconceito com os estudantes dessas universidades é idiotice! Tenho amigos que estudam em faculdades particulares e são ótimos alunos. Enfim, acho (acho não, tenho certeza!) que ainda há muito preconceito bobo por aí.
Estudando na UNIFOR eu aprendi que universidades particulares boas formam SIM bons profissionais e que ter preconceito com os estudantes dessas universidades é idiotice! Tenho amigos que estudam em faculdades particulares e são ótimos alunos. Enfim, acho (acho não, tenho certeza!) que ainda há muito preconceito bobo por aí.
segunda-feira, 16 de junho de 2014
A culpa é das estrelas
Eu confesso que sou um pouco preconceituosa com modinhas. Não me mate. Nós sabemos que "A culpa é das estrelas" tornou-se uma modinha entre as adolescentes e, principalmente, entre as pessoas do público feminino. Aliás, foi justamente devido a esse fato dessa história ficar famosa que eu resolvi assistir e comprar (mais tarde no shopping) o livro.
Confesso que me surpreendi! Achei o filme MUITO bom e justamente por isso quero comprar o livro, pois sabemos que o livro é sempre melhor que o filme e, se o filme já foi muito bom, o livro deve ser maravilhoso. E, embora, no final das contas seja mais uma história de amor, a obra "A culpa é das estrelas trata de uma história" bem peculiar. É triste, mas é bonita.
Não é uma história com mais um final feliz. A mensagem que ficou para mim foi a de que, às vezes (às vezes não, muitas vezes!), nós temos de tudo para alcançar a felicidade, mas não nos importamos com isso. Nós temos saúde, uma família estruturada e até mesmo um amor. Mas não nos damos conta de que isso é o maior presente que Deus nos deu. O casal do filme se amou, mas devido às suas condições de saúde, por pouco tempo. Foi um infinito que teve um tempo limitado. Um infinito que cativou a todos.
Confesso que até me emocionei, fiquei com os olhos cheios d'água em uma das cenas do filme, mas me desconcentrei com a enorme quantidade de pessoas fungando e chorando dentro da sala de cinema. Não que eu seja insensível, até porque eu me emocionei também, mas também me desconcentrei com a manifestação das emoções dos outros. Rs.
O filme realmente nos toca muito. Mostra o sofrimento da família, o sofrimento de todos ao redor deles que estão envolvidos com toda a história. Mostra os medos, as angústias e até mesmo os sonhos. É um filme bonito, triste e fofinho. Eu gostei.
domingo, 15 de junho de 2014
Modern Family
Eu não sou uma pessoa de rir muito, mas, calma, também não sou uma pessoa amarga e triste. Por um lado, talvez o fato de eu não rir tanto assistindo televisão deva-se à triste realidade das comédias de hoje em dia: clichês e de conteúdo água com açúcar. Sem graça.
Porém, há um mês e alguns dias atrás (ou mais até), descobri, por acaso, um seriado americano que está me fazendo rir tanto que minha barriga dói. Sério!
Na minha opinião, Modern Family é a melhor série de comédia que é exibida nos dias atuais. A série se baseia em eventos cotidianos de 3 núcleos familiares que constituem uma única grande família. E há uma grande riqueza nessa família: um casal gay que adotou uma filha oriental, um casal americano típico e seus 3 filhos e um casal composto por um homem de 65 anos e sua esposa colombiana mais ou menos 25 anos mais jovem que ele que também trouxe para os EUA seu filho pré-adolescente colombiano Manny.
Na minha humilde opinião, a série é realmente muito rica e engraçada!
Em primeiro lugar, a inclusão de um casal gay que adotou uma filha colombiana é algo realmente do nosso século XXI e demonstra como isso deve ser aceitado pelas pessoas, pois o casal é uma dupla de pessoas que se amam como qualquer casal "comum" ou "convencional". Existe amor entre duas pessoas do mesmo sexo, eles podem criar uma filha perfeitamente como qualquer família decente e se relacionam de forma confortável e agradável com a sociedade.
Na minha humilde opinião, a série é realmente muito rica e engraçada!
Em primeiro lugar, a inclusão de um casal gay que adotou uma filha colombiana é algo realmente do nosso século XXI e demonstra como isso deve ser aceitado pelas pessoas, pois o casal é uma dupla de pessoas que se amam como qualquer casal "comum" ou "convencional". Existe amor entre duas pessoas do mesmo sexo, eles podem criar uma filha perfeitamente como qualquer família decente e se relacionam de forma confortável e agradável com a sociedade.
Há também o casal velho-jovem. Há um certo estereótipo de que mulheres jovens se casam com homens mais velhos apenas por questões financeiras. Isso pode ser verdade? Sim, claro que pode. Na série, porém, Gloria realmente ama Jay, mostrando que, sim, é possível um amor (AMOR) desses acontecer. Claro que a vida dela melhorou de forma imensurável, é óbvio, mas ela também ama seu novo marido.
E, para não fugir completamente ao comum, há uma típica e clichê (mas não menos legal) família americana. Os três filhos são muito diferentes: um é meio distraído, outra é uma nerd e a outra, a mais velha, é rebelde e não se interessa pelos estudos.
Imagine esses 3 núcleos familiares juntos? Pois é, é risada garantida. E não, não estou ganhando para fazer essa espécia de post-propaganda. Fiz esse texto porque eu realmente estou amando a série! Enfim, se você puder, assista, é muito boa, muito mesmo.
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