terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Não seja mais um chato


O Carnaval chegou (na realidade já acabou, praticamente). Vi muitas pessoas nas minhas redes sociais dizendo: "Ahh, a crise termina hoje (sexta, quando vi) e volta na quinta", "ahhh o povo vive dizendo que não tem dinheiro e no carnaval todo mundo viaja" etc etc etc

Muita gente reclama que carnaval só tem gente bêbada, querendo pegar os outros e dançando músicas chatas. Na minha opinião, no Carnaval tem todo tipo de gente e é uma forma de muita gente se desligar um pouco da realidade. Sim, a realidade do nosso país é cruel, precisamos, algumas vezes, fugir da realidade pra lidar com tudo isso. Não estou dizendo que por causa disso devemos sair por aí bebendo todas, transando com todo mundo sem camisinha, fumando maconha, etc... Não, estou dizendo apenas que se divertir (com moderação) faz bem. É bem legal montar sua fantasia, sua maquiagem e sair com os amigos pra relaxar, se divertir, dançar e beber alguma coisa. E o melhor: se banhar no glitter! ^^

No lugar de você ficar no facebook criticando quem gosta de cair na folia, por que você não faz alguma coisa que gosta? O carnaval não vai deixar de acontecer porque você não gosta, você só tá sendo chato. E isso é algo recorrente no facebook, as pessoas reclamam de tudo, as pessoas estão ficando muito chatas. Mas as reclamações que eu falo são em relação a coisas como carnaval, roupas, comidas, etc. (Porque reclamar de feminismo, homofobia, racismo já é outra história, é coisa séria! Feminismo é coisa séria, racismo é coisa séria e homofobia é coisa séria!).

Eu, por exemplo, que sempre reclamava de carnaval, passei a achar legal porque me permiti experimentar. Fui pros pré-carnavais aqui de Fortaleza, conheci uma banda muito show chamada Os Alfazemas e todo final de semana marcava presença. E foi muito bom. Isso tudo porque decidi me permitir. Eu que antigamente achava que, por gostar de rock só podia escutar rock (besteira de adolescente) hoje tento escutar de tudo antes de dizer que não gosto de algo. Continuo amando rock, mas também gosto de música popular, brega, etc.

Então o que eu tenho a dizer - minha opinião, claro - é:

1. Se você não gosta de carnaval mas nunca experimentou vivenciar o carnaval: experimenta primeiro, você pode achar legal assim como eu achei. Mas também pode não achar legal e não curtir, claro.

2. Se você não gosta de carnaval e já caiu na folia mas não gostou: não precisa ficar reclamando no facebook porque você só vai ser chato.

Tenho a impressão que hoje em dia muita gente se priva de várias experiências pra bancar o cult-chato no facebook.

Já li coisas do tipo: "Ah você faz Medicina, não pode ficar saindo, tem que estudar". As pessoas se esquecem de que existe a saúde mental. Eu estou no 4º ano da faculdade de Medicina, nunca fiquei de final e me permito ter o meu momento pra relaxar. Não existe ser humano saudável nesse mundo que só viva para a faculdade/trabalho. Ser humano precisa de faculdade e trabalho sim, mas também precisa de Deus (para os que acreditam), família, amigos, amor, dinheiro, viagens, sexo, etc. A nossa vida merece ser vivida.

Imagina só: você com 70 anos de idade e sempre reclamou do carnaval mas nunca se permitiu aproveitar o momento... Não digo nem apenas só o carnaval, mas a vida mesmo. A gente precisa fazer besteiras pra rir delas no futuro, a gente precisa fazer novas histórias pra lembrar com os amigos e reviver aquele momento no pensamento (recordar é viver!). 

Eu - nesses meus 23 anos de vida - posso dizer que ainda tenho muita coisa pra viver (espero) e ainda quero fazer muita (MUITA) história pra contar sendo carnaval ou não. Quero viver e aproveitar tudo o que essa vida pode me oferecer! Vamos viver, amigos! :)


Eu não gosto de cerveja, mas essa Skol Beats Secret é boa (foi assim que comecei o post)

sábado, 18 de fevereiro de 2017

3:50 AM

Silêncio. Acordar de madrugada sempre tem aquele ar de mistério, de que você deveria estar dormindo (porque mais tarde você vai sentir falta dessas horas não dormidas). Também me lembra dos tempos em que minha tão amada avó era viva e em que acordávamos de madrugada pra viajar pra casa dela, os carros da família viajando pelas estradas do interior desse estado tão cheio de diferentes paisagens... A madrugada também me lembra o medo, o medo que eu senti quando bandidos entraram na casa ao lado e que deu pra escutar tudo (e que a polícia demorou)... A madrugada me lembra de quando eu ia dormir cedo e acordava de madrugada pra estudar pra faculdade (bobinha, você, Mariana). Também me lembra o medo de acordar 3h00 por causa do filme da Emily Rose (é assim?) e outros filmes de terror (nunca se sabe se é verdade ou não né? Acho que prefiro não descobrir).

Enfim, acordei 3h50 da manhã e não consegui dormir mais. Não, isso não costuma acontecer comigo. Na realidade, isso NÃO acontece comigo. Não sei bem o motivo de isso ter acontecido mas espero descobrir em breve (sou aquele tipo de pessoas que odeia lacunas em branco e sempre quer respostas pra tudo, talvez seja por isso que eu despertei em mim uma vontade de estudar a morte nos últimos meses - e pense num estudo massa, sério!).

Como uma boa taurina, não gosto de mudanças bruscas e sempre prefiro o que eu já estou acostumada. Isso é bom, pois nós de Touro podemos garantir estabilidade a quem esteja interessado na gente, mas, por outro lado, essa estabilidade pode se tornar um comodismo e você apenas viver desse jeito porque não quer mudar.

Já estou quebrando um pouco disso.

Quem me conhece sabe o quanto eu detesto (ou detestava) o carnaval. Nesse ano que mal começou, me permiti a ir pra pré-carnavais (mas sem ser aqueles forrós chatos que só têm batidas chatas, caras malhados com carrões, meninas malhadas que só comem frango e batata - isso pra ambos - etc etc etc). Fui pra uns em que foi realmente muito legal, comprei até uns acessórios... e amei! Além disso, quem me conhece sabe que eu sempre falava que açaí tinha gosto de terra e agora eu gosto. Não tenho vergonha nenhuma de dizer que não gostava e agora gosto, pelo contrário, acho uma graça essa minha graça de não gostar e passar a gostar e de gostar e de passar a não gostar.

Agora já são 5h29 e já tá amanhecendo aqui: como eu amo  o amanhecer! Sério! Eu AMO. Me dá uma sensação muito boa de recomeço, de uma nova oportunidade, de que eu tenho - literalmente - todo o dia pela frente e eu gosto disso. Nos últimos meses eu refleti muito. Acho que a gente vai ficando velho - tô com 23 - e vai assimilando mais as coisas e crendo mais na nossa finitude. Eu passei a tentar aproveitar mais as coisas ao meu redor, as coisas mais simples. Sou uma viciada em WhatsApp, Facebook e Instagram (Meu Deus, pra quê inventaram esse Snapgram?!), admito isso, mas também admito que estou conseguindo me desvencilhar um pouco.

Sabe você ficar sentada(o) na areia da praia de Canoa Quebrada e ficar ali, no final da tarde, de boas, só curtindo aquela vista maravilhosa?! Pois é, cara, como eu AMO isso. Embora aqui nesse país tenha muita violência, eu nasci no país e no estado certo: COMO EU AMO A PRAIA! (ainda não sei como comecei falando de madrugada e vim parar no assunto praia - na realidade eu sei porque é só ler o texto de novo, mas... enfim).

Hoje é sábado! Hoje tem pré-carnaval! Hoje tem  meus amigos! Hoje tem minha família! Hoje tem VIDA, amigos, vamos viver! :)

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

As pegadas



Nesta última semana do ano - e mais uma semana de férias, diga-se de passagem - aproveitei pra fazer algo que eu sempre gosto de fazer: pedalar na beira mar e depois sentar na areia e observar o mar. Quanta riqueza podemos observar... Vi uma senhora passeando com seus dois cachorros: um grande e outro bem pequeno, esse último, inclusive veio correndo até mim e lambeu meu rosto. Também vi uma criança muito feliz ao tomar banho nas ondas do mar. Vi também uma mulher correndo na areia úmida, deixando pegadas onde pisava. E, por mais simples que isso seja - e corriqueiro - comecei a refletir...

Cada um deixa suas próprias pegadas na areia.

Algumas pessoas têm os pés maiores e outras pés menores, alguns são pés gordinhos e outros têm pés finos; outros pés são ásperos, calejados... já outras pessoas possuem pés macios... além disso, as impressões digitais são diferentes... Em suma, cada pessoa tem pés cujas características dizem respeito a essa mesma pessoa.

Começamos nossas pegadas na praia da vida quando nascemos e durante a nossa vida vamos formando mais pegadas, aumentando nosso caminho... A marca do pé pode até ser diferente (pois crescemos, por exemplo), podemos mudar a direção... Nosso caminho é.. nosso.

A vida é muito. Podemos ter família e amigos, podemos comer aquele pedaço de pizza do sabor que amamos, podemos assistir nossa série de televisão preferida (oi, Netflix), podemos fazer uma faculdade, podemos ter um emprego e ganhar nosso próprio dinheiro... A vida tá aí e a cada novo dia sempre precisamos tomar decisões, aumentamos ainda mais nossas pegadas e vamos aumentando nosso caminho.

Vai chegar um momento em que o mar simplesmente virá e apagará as pegadas. E simplesmente nosso caminho desaparecerá: morreremos.
Estou lendo um livro sobre a morte e, mesmo ainda tendo lido apenas umas 50 e poucas páginas, achei interessante muitas coisas que li. Por exemplo, o livro cita que, no inconsciente de nossas mentes, somos imortais. Conseguimos aceitar a morte do outro, mesmo sendo alguém próximo (o que, com certeza, é MUITO doloroso, mas... conseguimos aceitar, mesmo que parcialmente), mas não conseguimos aceitar a nossa morte. E isso ainda tem influência da Medicina e da própria sociedade, que tratam a morte como fracasso e inimiga, respectivamente. Não conversamos sobre a morte. Conversar sobre a morte traz azar, é algo desnecessário, é algo que deve ser deixado para a hora em que acontecer... ou não. Por que a morte é tão traumática? Talvez ela fosse menos traumática se nos propuséssemos a falar mais sobre ela, sofreríamos menos.

E o mar apagou as pegadas da mulher alguns segundos depois que ela passou correndo...

Nós somos breves. No fundo, pensamos que somos imortais, mas não somos.

Mais um ano se acaba. Mais um ciclo se inicia. E mais oportunidades virão para criarmos mais pegadas e aumentarmos nosso caminho.

O mar virá algum dia e apagará nossas pegadas? Sim, claro, essa é a única certeza absoluta que temos na vida. Mas estamos vivos e, enquanto houver areia úmida para formar pegadas, vamos aumentando nosso caminho.

A vida é realmente bela e um presente. E é uma raridade, sabe por quê? Até no momento da fecundação apenas um espermatozóide e um óvulo são usados, pensa bem em quantas possibilidades de vida (porque só gameta não é vida né) simplesmente viraram passado? Eu sei que essa parte ficou bem a cara de livro de autoajuda, mas não deixa de ser verdade.

A vida nos prega peças e surpresas, mas são coisas que não podemos prever.

Mas há uma coisa que podemos fazer: viver!

Venha 2017 e traga coisas boas, energia boa, uma vida boa.

Feliz ano novo! (Eu sei, falta 1 dia ainda, mas quero desejar logo!) :)

P.S. Essa foto dessa pessoa na praia sou eu no meu habitat natural: Canoa Quebrada! :)

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

A vela


Hoje foi mais um dia normal pra mim. Fui pra faculdade, assisti às aulas, voltei pra casa. Hoje foi apenas mais um dia normal pra mim. Mas, como eu falei: pra mim.

Enquanto caminhava pela faculdade (a minha faculdade tem muitos departamentos espalhados, logo, é bem grande), ao passar perto de um determinado departamento, vi um carro de uma funerária parado (provavelmente esperando algum corpo - de alguém que já fora vivo(a), como eu e como você que está lendo esse texto agora). Fiquei pensando: hoje pra mim é um dia normal, mas para essa pessoa, não há mais dia, e, para a sua família e amigos, hoje não é um dia normal nem um dia feliz.

Passei por essa sensação de perder alguém especial há menos de um mês e fiquei pensando: Nossa, essa pessoa está passando pelo que eu passei. É como se fôssemos televisões: hoje, na minha Tv, passou a programação habitual, mas para aquela pessoa não. Para ela a programação de hoje foi totalmente fora do habitual, fora do padrão. E, sinceramente, o habitual é o que mais faz falta. Quando você perde alguém, o que mais faz falta são os dias... comuns! Sim, o que mais faz falta é a rotina. O que mais faz falta é chegar em casa e não ter aquela pessoa lá, é acordar de manhã e saber que aquela pessoa não está mais aqui.

Somos todos uma chama de vela: não importa o tamanho da vela (comprida ou bem curtinha, com a parafina quase no final), a chama pode se apagar em qualquer momento. Temos a sensação de que temos controle sobre tudo, quando, na realidade, não temos controle sobre nada.

Na minha Tv hoje, a programação foi normal. Mas existem milhões de Tvs por aí com suas milhões de programações.

Mesmo assim, diante de programações diferentes, por que não tentamos ser empáticos? Mesmo com a programação normal em nossa Tv, por que não podemos amparar aquela pessoa em cuja Tv a programação mudou radicalmente?

Fui ao banco e duas pessoas se desentenderam por uma tremenda besteira que não vem ao caso: de que adianta se preocupar por tão pouco? Por besteira? No final do dia, ao refletirmos, esses atos fazem apenas mal. É isso que queremos lembrar enquanto a chama está acesa? É isso que queremos que nossa chama ilumine?

Uma - infeliz - coincidência aconteceu: uma pessoa da minha família partiu desse mundo hoje ao final do dia. E eu fiquei pensando: poxa, nós sempre acreditamos que nosso dia está longe (não só o nosso, como o das pessoas que amamos também) e acabamos não valorizando nossa vida, nossa rotina, nosso cotidiano, nossas pessoas queridas... E nossa chama está acesa! Nossa Tv ainda está funcionando! Mas não será para sempre, óbvio. Nunca saberemos até quando. O que sabemos é que somos finitos...

O que eu queria dizer com isso tudo? A morte existe e a morte é a certeza absoluta que temos. Mas a vida tá acontecendo, a vida é agora. Precisamos dar amor, precisamos receber amor, PRECISAMOS DE AMOR. O mundo tá sofrendo uma epidemia de depressão! As pessoas estão reféns das tecnologias, as pessoas preferem fazer um "textão" de agradecimento no Facebook do que falar o textão pessoalmente pra pessoa.

Vamos acordar, mundo! Vamos continuar usando as tecnologias, continuar usufruindo das novidades... mas, também vamos espalhar o amor enquanto estamos vivos e disseminar essa ideia. E aí, o que vc me diz?

domingo, 20 de novembro de 2016

O que fazer quando tudo parece perdido?

Nesses meus 20 e poucos anos de experiência de vida, posso dizer que aprendi algumas coisas. Uma delas é a de que, mesmo diante do pior dia da sua vida, você sobrevive, pois, ainda estamos aqui, não é mesmo? É claro que existem diversas coisas, fatos, acontecimentos que nos fazem sofrer... sendo difícil muitas vezes tentar ser feliz. Mas não é impossível.

O segredo de tudo é descobrir-se. Nós temos a sensação ou a (falsa) certeza de que conhecemos a nós mesmos, mas isso não é verdade. Quantas vezes bancamos o durão e quando chega na hora "H" simplesmente começamos a chorar? Não nos conhecemos.

Mas podemos nos conhecer a cada dia!

O segredo é simplesmente colecionar experiências... e não coisas! Se tem uma coisa que eu descobri nos últimos anos é o de como a praia me acalma. E eu simplesmente não sabia disso. E, obviamente, eu sou eu. Então, realmente, além de tentarmos manter a cabeça erguida nesse "mundo cão" devemos olhar para o nosso interior (mas, claro, não estou dizendo para ninguém ser egoísta e olhar apenas para o próprio umbigo). Apenas descobrir-se.

Nessa terra há de tudo e sempre vai haver algo com o qual iremos nos identificar, o segredo é se permitir a se descobrir.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Indefinido

Estou assim agora
Para onde foi tudo?
O vento leva o que eu pensei
O agora é tudo tão estranho

O caminho a seguir não é o mesmo de antes
Tudo muda a forma e já não reconheço nada
Essa angústia que não sai
Esse pensamento que atormenta

Sentimentos que não aparecem
O não mudar das coisas
O esforço em vão
O reconhecimento inexistente

As promessas não cumpridas
A indecisão da vida
A música triste
Os acordes menores

O dedilhado solitário
As oitavas graves
A batida lenta
Não tem chocalho

A televisão passa paisagens monocromáticas
O som do carro sempre toca as mesmas músicas
O caderno colorido resiste a tanta unipolaridade
Mas tudo parece ser tão difícil de vencer

As pessoas tem uma ideia de quem você é
Mas nem você sabe quem você é
Ser você é ser um mistério pra si mesmo
Impossível decifrar o que se é

Mariana Cidade - 11/11/2016

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

O sentido da vida

Eu perdi alguém hoje.

Eu perdi alguém importante.

Perder alguém importante em sua vida é ter um pedacinho do seu coração levado embora (e você sabe que nunca mais vai achar esse pedacinho). Claro que você vai conseguir viver sem ele, mas... não é a mesma coisa.

Às vezes eu penso: perder alguém que se ama é triste demais. Por que as pessoas morrem? Mas... no fundo, se estamos tristes, se sentimos a falta do outro... é porque aquela pessoa faz falta, é porque aquela pessoa te fez feliz enquanto viva, é porque aquela pessoa deixou sua vida melhor! É triste a partida de alguém importante, mas também é feliz saber que tivemos a oportunidade de conviver com uma pessoa que nos fez.. melhores!

A vida é um ciclo: nascemos, crescemos e morremos (alguns mal nascem e já morrem, outros nascem e só morrem bem velhinhos). Realmente, a morte é a única certeza. Somos finitos. Há dias em que nós levamos isso para um lado depressivo, sempre tem esses dias tristes... mas, se formos parar pra pensar, estamos vivos! E devemos aproveitar a vida enquanto estamos vivos... Mas aproveitar sendo realmente feliz!

Uma vez li um texto que falava: "Gaste seu dinheiro com experiências e não com coisas" e... sinceramente?! Que texto maravilhoso! Eu, que sempre gostava de viver comprando coisas que muitas vezes nem usava, comecei a gastar meu dinheiro (suado, ufa!) com viagens e, simplesmente... que coisa boa!

A vida é só uma, e... na minha opinião, a gente tem que curtir esse mundo ao lado das pessoas que amamos! Ontem eu tinha 10 anos, hoje já tenho mais de 20. Minha cabeça é a mesma, só meu corpo que mudou. Isso é tão estranho. Mas é a vida né?!

Só sei que o que nós todos - TODOS - precisamos fazer é viver sem ter vergonha de ser feliz, cantar a beleza de ser um eterno aprendiz e, já diria Renato Russo, amar as pessoas como se não houvesse amanhã! Não é preciso religião pra isso, basta... amar. :)